quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Mapa de Atuação - Filiais - O que fazemos:



Por que terceirizar serviços especializados?

Há pelos menos duas fortes razões para se contratar serviços especializados: Qualidade dos players e redução de custos.

A qualidade:

     O Bless Group nasceu dessa percepção, Oferecer a qualidade que as grandes corporações possuem, às empresas que não suportam uma estrutura própria e cara de serviços especializados, ou mesmo que suportem, terão vantagens de um olhar externo e qualificado.

     Sem onerar a folha de pagamento, é possível dar acesso a qualidade máxima em serviços, através de players de mercado e, proporcionar aos empresários o foco em seu core business

     Dessa forma, o empresário tem melhores condições de avaliar seus negócios, cobrar resultados através de nossos relatórios de serviços e obter melhores perfomances nas áreas e serviços, garantindo flexibilidade e tranquilidade, mesmo em momentos de crise.

Redução de Custos:

     Manter internamente áreas como a jurídica, a de comércio exterior, contact center, cobrança e a área de TI é extremamente dispendioso, dado o grau de profissionalismo exigido nesses setores e o alto custo desses profissionais. Além das dificuldades de se reter talentos nessas áreas, têm ainda os custos de instalações, espaço, acomodações e investimentos feitos para retenção desses profissionais.

     A terceirização proporciona um ganho de produtividade com a flexibilização de riscos, crises ou sazonabilidade dos serviços e demandas. O custo desses serviços deixam de ser fixos para se tornarem variáveis, além de agregar a qualidade já mencionada no item anterior.

Por que o Bless?

     O Bless atua com profissionais de mercado, players capazes de lhe oferecer mais que apenas a execução de um trabalho. Nossos profissionais têm condições de oferecer-lhe uma visão diferenciada, capaz de ajudá-lo em suas decisões, abrir-lhe novos horizontes e perspectivas, ajudá-lo nas transições e executar as tarefas diárias que maximizem os resultados de seus negócios e, lhe traga tranquilidade na tomada de decisões.
     
     Nossos profissionais são vocacionados nas suas áreas de atuação, estão unidos a décadas no objetivo de atendê-lo. Esse é o nosso desafio!

Entre em contato e agende uma reunião com nosso consultor:
 Aluisio Nogueira - 55  11  3682 1383 - PABX (Mobile: 11 96410 5107)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Desde 2001 A Pugliesi opera na Recuperação de Créditos - CDC - Leasing - Cartões de Crédito - Mensalidades Escolares, etc



Excelência na Recuperação de Créditos, Acordos amigáveis ou judiciais e na busca e apreensão de bens.

Veja aqui nosso portfólio: aluisio.nogueira@pugliesiservicos.com.br

Peça uma visita de nossos consultor:  Aluisio Nogueira  - 55 11 3682 1383 

Mobile: 55 11 96410 5107 - Vivo    -    55 11 98424 2322 - Tim


Sede: São Paulo, Osasco, Bauru, SP.  PABX: 55 11 3682 1383
Filiais: Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Curitiba - P. Alegre - Salvador - Fortaleza - Maceió - Cascavel-PR. - Campo - R.J.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Serviços - Bless Group Consultoria



Terceirização de Serviços Especializados:


  • Comércio Exterior e gestão de logística internacional;
  • Recuperação de Créditos, CDC, Leasing, Cartões de Crédito, etc;
  • Serviços Jurídicos na Recuperação de Créditos, área cível e trabalhista;
  • Serviços de TI;

Analise de Processos e Gestão Estratégica:


 Objetivos:

Nosso objetivo é avaliar o atual sistema de gestão, rever os processos e propor soluções viáveis, que possibilitem apresentar projetos que favoreçam a consolidação e expansão dos negócios, e, estabelecer uma visão estratégica de médio e longo prazos.


Análise e documentação dos Processos:

  • Revisar e documentar os procedimentos;
  • Propor correção e melhorar a eficiência dos processos;
  • Equalização/redução de custos;
  • Auditoria dos sistemas/segurança/operacionalidade.
Diagnóstico organizacional:

  • Avaliar a sinergia entre às áreas/departamentos;
  • Avaliar competências e necessidade das equipes;
  • Propor soluções/treinamentos/readequação de funções;
  • Documentar organogramas/funções/objetivos das áreas.
  • Análise dos software de gestão/adequação.
Projetos de consolidação e expansão de mercados:

  • Implantar controle de metas/performance por área;
  • Levantamento patrimonial;
  • Análise dos resultados por produto (controles);
  • Busca de novas oportunidades de receita;
  • Redução de custos;
  • Elaboração de estratégia: Projetos de expansão.

Para criar um “circulo virtuoso” é necessário:

  • Adequar os custos operacionais aplicando técnicas que aumentem a eficiência dos processos;
  • Analisar a viabilidade de serviços terceirizados;
  • Estudar formas de utilizar o Patrimônio para geração de novas receitas e redução de custos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Centro de excelência - profissional estratégico


"A árvore foi escolhida como símbolo do Centro de Excelência por ser uma estrutura viva que cresce e dá frutos no tempo certo.
Como toda estrutura viva, passa por transformações durante sua trajetória para continuar viva."



Á 40 minutos do maior polo industrial da América Latina, São Paulo, a 20 minutos de Sorocaba e menos de 1 hora de Campinas.

A propriedade possui 1.000 m2 de construção numa área total de 3.000 m2 em lugar repleto de belezas naturais e estrutura com comodidades.

É neste ambiente que pretendo criar o Centro de Excelência.

Nosso objetivo é servir como referência na evolução de líderes e da gestão das organizações empresariais.

Gerar o desenvolvimento genuíno das pessoas, organizações e comunidades.

Como resultado de anos de experiência, pesquisa e a parceria de profissionais das mais diversas áreas do conhecimento técnico, científico, acadêmico, pensadores e especialistas na gestão de pessoas, qualidade de vida e responsabilidade social e ambiental.

O ambiente aconchegante cria uma atmosfera própria para a troca de experiências entre os participantes dos nossos programas, facilitando à sua aplicação para causar as transformações propostas nas pessoas com impacto significativo em suas organizações.

A 10 anos como consultor com foco em liderança e gestão estratégica, tenho na minha carreira um longo histórico de resultados no planejamento estratégico e reestruturação de empresas.

O expertise dos nossos parceiros possibilitaram a aplicação dos programas e colaboraram para que a integração das atividades aconteçam.

Essa integração é que potencializa a geração de insights transformadores.

domingo, 4 de abril de 2010

Auto-sabotagem


O que nos leva à auto-sabotagem? Alguns sinais de alerta podem nos ajudar a mudar antes de repetir o mesmo erro de novo, de novo...

texto Liane Alves

 


Zinédine Zidane estava a um passo de se tornar o maior jogador da Copa do Mundo de 2006. Ele era a força do time e o grande trunfo da França na temível final contra a Itália. A mídia estava pronta para consagrá-lo como o atacante número 1 do mundo e contratos publicitários milionários o aguardavam. E o que fez Zidane? Para estupor de quase 3 bilhões de espectadores, o jogador arremeteu seus chifres contra o peito do italiano Marco Materazzi depois de uma curta troca de impropérios. Sem mais nem menos. Foi expulso, a França perdeu e ele encerrou sua brilhante carreira. Em vez de fecho de ouro, jogou uma pá de cal. 


          Se esse fosse o problema só do Zidane, tudo bem. A questão era só dele e ponto final. Acontece que todos carregamos um Zidane em potencial dentro de nós. Aliás, não só um, mas um verdadeiro time deles, quicando, trocando passes, treinando chutes, sempre prontos a dar uma inesperada rasteira no que conseguimos com tanto esforço. A questão é que a maioria de nós não sabe como lidar com eles. Caímos na auto-sabotagem porque simplesmente não reconhecemos antecipadamente quando ela se apresenta diante dos nossos olhos. Se muda um pouco o cenário, se os personagens já não são os mesmos, é fatal: esquecemos como foi da última vez que nos estatelamos no chão. Só nos damos conta quando já é tarde demais. E marcamos um gol – só que contra. 


          Todo mundo tem uma boa história de auto-sabotagem para contar. Mas a gente só é capaz de falar delas quando está livre desse ciclo repetitivo de gols contra (sim, o autoboicote, além de incômodo, é repetitivo). Quem de nós, ao viver um relacionamento amoroso, lá no meio da história, já não bateu na testa e exclamou: “Ai, meu Deus, de novo!” E lá estamos nós a roer o queijinho de sempre na ratoeira. “Durante oito anos sofri porque sempre arrumava o mesmo tipo de namorado: rebelde, inteligente, criativo. Sabe aquele tipo de jeans, barba malfeita, meio desleixado e que declama poemas do Thomas Eliot no original?”, diz Ana Cláudia Oliveira, minha amiga do colégio que prefere que eu coloque um nome fictício para ela. Reconheço: Eliot no original é golpe baixo. Esperaria qualquer outra mulher me dizer que se interessava por homens desleixados e sedutores, mas ela? A primeira da classe, que sempre mantinha o material escolar escrupulosamente organizado e limpinho até o último dia do ano escolar? Não batia. “Meu problema não é me sentir atraída por esse gênero de homem. Eles são mesmo incrivelmente atraentes”, ela me explica. “A questão é que depois de um tempinho, eu queria que esse mesmo cara se tornasse fiel, não jogasse mais as roupas pelo chão e me ajudasse a pagar as contas”, diz ela, rindo. Agora sim, ali estava a Ana Cláudia que eu conhecia. 


          Bom, e que remédio ela adotou? “Adotei o mesmo princípio da homeopatia: a cura chega por meio do mesmo veneno que causou a doença, só que mais diluído. Comecei a relaxar mais, a deixar louça na pia, atrasar contas, a exercitar meu lado mais selvagem.” E o resultado? “Os bad boys desapareceram. Acho que eles estão sempre atrás de uma mãe, uma mulher responsável, organizada, provedora. E eu não me encaixava mais nesse papel.” 


          Para ela fez um bem enorme. Hoje Ana Cláudia já recuperou parte do seu lado certinho, é verdade, mas nem tanto. Está mais solta, menos meticulosa. E já atrai homens mais equilibrados – talvez porque ela mesma esteja mais em equilíbrio. O ciclo da auto-sabotagem rompeu-se. Exatamente quando ela reconheceu que ele existia e que a fazia sofrer. Por isso, é bom começar com a questão: “Quais são as atitudes e circunstâncias repetitivas que sempre me prejudicam?”


          O fracasso no sucesso


          A sabotagem a si mesmo é um sério problema não só em nosso universo pessoal mas também, é claro, na vida profissional. Nela, espera-se que as pessoas tenham sempre sucesso e realizem bem concretamente os objetivos a que se propõem. Como dizem os mineiros, não tem ui-ui-ui nem ai-ai-ai, as coisas têm de dar certo e pronto. O consultor de empresas Eduardo Farah, por exemplo, é sempre convidado para dar palestras sobre as leis que regem o sucesso material e pessoal para profissionais de várias áreas do mercado. Mas, assim como ele se refere ao que pode contribuir com o êxito na profissão, também fala das circunstâncias que podem induzir ao fracasso, como a auto-sabotagem. É Farah quem gosta de dar o exemplo de Zidane como um caso emblemático de boicote a si próprio. “Não vamos saber nunca o que o motivou a se comportar daquela maneira. Mas podemos tentar identificar em nós mesmos o que nos empurra nessa direção”, diz. “Para começar, é fundamental saber que temos um time interno que joga contra. Não temos só de nos preocupar com os rivais externos, mas principalmente com esse time interno solapador que todos carregamos em algumas áreas da vida.”


          E o que fazer com esse pessoalzinho do contra, então? Uma das respostas é: começar a lidar com eles olho no olho. E questioná-los sobre o que querem cada vez que algo dá errado, prestar muita atenção nos fracassos recorrentes em nossa vida. A grande pergunta que devemos fazer aos nossos Zidaninhos é: “Por quê?”


          Eterna repetição

          
          Somos seres repetitivos. Metade da nossa vida – ou mesmo a vida inteira – tentamos confirmar e concretizar as crenças que adquirimos quando crianças, sobretudo no relacionamento com o pai ou a mãe. “O garoto cuja família sempre passava as férias numa cabana de Rainbow Lake cresce e insiste em levar a família para a mesma casinha em Rainbow Lake – às vezes para o desespero de sua família atual”, escreve o psicólogo americano Stanley Rosner no livro O Ciclo da Auto-sabotagem. Outros cozinham da mesma maneira que sua mãe cozinhava, frequentam o mesmo templo, adotam as mesmas diversões e, às vezes, até moram na mesma casa. “Para esses indivíduos, tanto na vida real quanto na íntima, não há espaço para a mudança, para a inovação, não há espaço sequer para a imaginação”, afirma Rosner.


          Essas pessoas (ou seja, a maioria de nós) são ensinadas desde pequenas que a única maneira de serem amadas e aceitas é serem iguais a seus pais. Por isso, prezam tanto as crenças deles – porque, basicamente, precisam sentir-se consideradas e acolhidas. Ou seja, elas não são aceitas pelo que realmente são, mas pelo que seus pais querem que elas sejam. Esse desejo de repetir o exemplo dos pais para obter seu amor é o que algumas correntes da psicologia chamam de “identificação arcaica”. Já é ruim quando os filhos são pequenos, mas é pior ainda quando eles se tornam adultos e procuram cumprir o que era pedido pelos pais, sem escutar suas próprias preferências, atender suas reais potencialidades ou sequer olhar para o ambiente atual e constatar que essas exigências são descabidas.


          Há uma gama enorme de emoções negativas associadas ao autoboicote. A culpa, por exemplo, vem em primeiro lugar, quase sempre de mãos dadas com o medo. Geralmente, a culpa nasce por se romper uma crença de infância. É preciso se deter sobre isso, ver se realmente tem sentido. O medo também pode vir sozinho: grandes expectativas, por exemplo, podem gerar pânico. Se ele não for bem administrado, pode se tornar paralisante. Também chega o medo de perder lá na frente o que se conseguiu até esse momento ou de não levar adiante a realização com o mesmo sucesso. Enfim, de que a história, no fim das contas, não dê certo. E, como pode não dar certo no fim, a gente está sempre disposto a dar um empurrãozinho para não dar certo no começo, não é?


          O mais saudável seria que, ao se conhecerem outros estilos de vida e comportamentos durante a vida, escolhêssemos o que mais tem a ver conosco. Sem culpa, sem medo. E, depois de uma análise mais racional e adulta da situação, tentar ignorar aquela voz insistente vinda lá da infância que diz: “Você não vai abandonar tudo o que a gente ensinou para você, vai?”


          Trens e sabotagens


          Porém, em algum momento da vida, as coisas podem começar mesmo a descarrilar. Aliás, a origem da palavra sabotagem tem mesmo a ver com trens e descarrilamentos. Segundo uma das versões da etimologia da palavra, os sabotadores franceses do século 19 retiravam os dormentes (em francês, sabots) que uniam os trilhos da via férrea para as locomotivas se desgovernarem e perderem o rumo. É mais ou menos o que acontece conosco quando nós mesmos retiramos os dormentes dos nossos trilhos sociais, isto é, daquilo que se espera de nós. Quando isso acontece, instaura-se um estado de enorme confusão e conflito internos. 


          Podemos fazer algo para ter segurança e sermos aceitos pela família ou pela sociedade mas, no fundo, podemos querer algo bem diferente para nós. Como não sabemos ainda como vamos resolver a questão, um dos nossos recursos inconscientes é começar a nos sabotar, isto é, retirar, na clandestinidade, os dormentes dos trilhos que nos conduzem ao mesmo caminho. Seja porque queremos afirmar nossas crenças e desejos e inconscientemente boicotamos a vida que queremos rejeitar, seja porque começamos a nos sentir felizes e satisfeitos e nossas crenças não o permitem. É bom prestar atenção nisso: os “eus” sabotadores podem ser tanto nossos grandes amigos, quando apontam para algo que nos faz mal e que precisa mudar, quanto nossos piores inimigos, quando boicotam as ações que nos trazem autoafirmação, satisfação e felicidade.


          Portanto, a auto-sabotagem nem sempre é ruim. Ela também pode ser positiva e nos alertar para algo que simplesmente não vai bem. Por exemplo, quando aceitamos fazer um trabalho por dinheiro sem questionarmos se é exatamente isso que queremos fazer na vida. O conflito que pode emergir a partir dessa opção é particularmente agudo no campo da criatividade. Mônica Figueira ganhava fortunas como redatora de publicidade numa agência de São Paulo. Mas estava infeliz. Sofria a cada manhã que tinha de trabalhar, a cada texto que tinha de escrever. “Meu chefe queria uma intensa produtividade para poder justificar meu salário. E eu andando a passos cada vez mais lentos, procrastinando o trabalho, me arrastando como uma lesma rumo a uma depressão”, afirma ela. “A certa altura, travei totalmente. Não conseguia escrever nem mais uma linha, meu cérebro se recusava a responder. De lento, passou a nulo. Ele não queria mais se vender. Era a sabotagem suprema, com se minha mente fosse uma criatura independente de mim que se recusasse a colaborar mais um segundo sequer com aquela dolorosa situação.” Bom, resumo da ópera: a agencia finalmente a demitiu. Hoje, feliz e solta na vida, ela ensaia os rumos de seu primeiro livro. E o cérebro dela, totalmente refeito da crise, colabora intensamente para isso.


          Enfim, o ciclo da auto-sabotagem se instaura porque nosso inconsciente quer chamar atenção para as razões profundas que motivam nossas ações.


          São sinais de algo que não está bem e que precisa mudar para sermos mais felizes ou, ao contrário, indícios que se está muito bem mas que uma parte de nós não permite que isso aconteça. É preciso estar atento para decodificar corretamente qual das duas vertentes desencadeia o processo.Trens e sabotagens. Já em 1916, Freud assina um artigo com um título instigante: “Os que fracassam ao triunfar”. Ou seja, o pessoal que sofre e morre de medo quando a existência traz satisfação e que fica feliz da vida quando ela não dá certo. No texto, o criador da psicanálise vai direto ao ponto: por algumas razões complicadas, e ele disseca todas elas, alguns indivíduos têm problemas em usufruir plenamente a satisfação de um desejo. Conseguir realizá-lo só traz angústia e ansiedade a eles, porque essa concretização vai contra algumas de suas crenças primordiais, entre elas a de que podem ter o direito de sentir felicidade atendendo aos seus desejos. Essas pessoas pode ter nas mãos todas as condições para aproveitar a vida ao máximo, mas elas talvez prefiram não fazê-lo. É uma espécie de medo de ser feliz.


          Por sua vez, o receio da satisfação traz um conflito. O monólogo interno desse embate poderia ser: “E se eu gostar? E se for feliz? E se der certo? Ai, que medo. Talvez aí eu tenha de mudar. Mas é tão bom fazer tudo da mesma maneira, tá tudo tão certinho, para que arriscar?” Uma parte de mim, é claro, quer realizar esse desejo. É a mais consciente, talvez a mais salutar, a que vê que as coisas não estão tão bem assim e que já há muito tempo precisavam ser mudadas. Outra metade de mim não quer, por culpa, covardia, raiva, desejo de vingança (contra os pais) ou acomodação. Essa parte é geralmente inconsciente e reprimida. Mas está lá. Inicia-se então um jogo de forças entre a parte consciente e inconsciente do ego, entre desejo e pressão social. Como em tudo, quem for mais forte ganha.


          Pergunte sempre


          Podemos descobrir o que está por trás da auto-sabotagem ao fazermos perguntas a nós mesmos, tentando detectar culpas, medos, raivas ou nos lembrando dos registros negativos de infância. Isso também pode ser feito por meio de terapia verbal, analítica, com ajuda de uma pessoa preparada para isso, como um psicólogo ou um psicanalista. Mas outro jeito de entrar em contato com esses conteúdos internos é por meio das terapias corporais. “É preciso estar atento aos alertas do corpo. A limitação do movimento, aquilo que restringe nossa expressão corporal ou a dor nos dão indicações preciosas do que acontece em nossa psique e, por extensão, em nossa vida”, diz a terapeuta Miriam Leiner, que trabalha com a conscientização corporal por meio do movimento. “O corpo não está desconectado de nossas atitudes. Se ele não está em equilíbrio, o que está à sua volta também não está”, diz ela.


          Um exemplo simples: uma das clientes de Miriam tinha sua postura comprometida por causa de um grave ferimento no pé, feito ainda quando era adolescente. Esse ferimento trazia dolorosas lembranças para a moça, pois havia ocorrido em um acidente de automóvel em que seu irmão havia morrido. Quando reaprendeu a andar, logo depois do acidente, ela passou a colocar mais peso no lado oposto do corpo. Era uma maneira de não sentir a dor física do ferimento, mas também uma forma eficiente de evitar a dor emocional associada a ele, como a perda do irmão e a culpa imensa por ter sobrevivido. O maior peso de um lado do corpo provocou outras compensações corporais, que resultaram numa postura desequilibrada e torta. “A moça continuou o resto da vida a proteger o pé esquerdo. O ferimento físico foi recuperado, mas não o emocional”, afirma Miriam. Ao tentar encontrar de novo seu equilíbrio durante a terapia, e mexer na base do seu corpo – os seus pés –, a dor voltou, profunda e intensamente. Quando se lembrou novamente do acidente, a moça percebeu que não se sentia merecedora de estar viva. “Ela admitiu que se autosabotava toda vez que estava prestes a sentir-se bem-sucedida e satisfeita. Ela achava que não tinha direito de ser feliz.” Esse sentimento emergiu ao travar contato com a dor e a culpa registrada no seu corpo. “A autoconsciência do que fazia com ela mesma foi vital para o seu reequilíbrio psíquico, energético e corporal. E, ao longo do trabalho com o corpo, sua dor emocional pode, finalmente, cicatrizar.”


          “O que meu corpo me diz?”, portanto, pode ser outra pergunta a indicar um caminho para a resolução do conflito. É mais uma boa pista para saber em que direção mudar.

Quer ganhar um milhão de dólares?

Você sonha em ter dinheiro e pensa - “Vou estudar e trabalhar para ganhar dinheiro” - Faz metas para o primeiro milhão?

Sonha em ficar rico (a), talvez ganhar na loteria ou tirar a sorte grande?

As pessoas sonham com dinheiro, com riquezas, com coisas...  Não há nada de errado em pensar no conforto, no lazer, em ter coisas para si ou para sua família.

Esse pensamento possivelmente é um reflexo do excesso de trabalho, do stress e o desejo das pessoas de livrarem-se dos problemas do dia a dia? – “Talvez ficando rico eu me livre desse tormento que é a minha vida hoje”-.

Você já pensou no que faria se ganhasse um milhão de dólares?

Bem, você já ouviu essa questão antes, mas eu te pergunto: - Você já pensou no que faria de fato se tivesse esse valor em suas mãos agora?

A maioria das respostas que eu ouvi, destinaram os recursos para a compra de “coisas”. Casas, carros, viagens, roupas... E até para compensar um pouco a “gastança”, no final as respostas vinham acrescidas com algo mais nobre como: “vou ajudar minha família, um parente, um amigo ou até uma instituição filantrópica”.

É interessante observar que normalmente não é esse o primeiro pensamento, porém, o último. Isso nos leva a conclusão evidente de que pensamos primeiro em nós mesmos!

Mas, e você o que faria com esse dinheiro?

Responda sinceramente e pra você mesmo (a)... Não tem ninguém te ouvindo!
Ninguém sabe que você ganhou esse dinheiro... - O que você realmente fará dele?

Quero que você pense nisso!

Escreva num pedaço de papel o que vem à sua mente, não precisa refletir por muito tempo, apenas escreva o que você fará de imediato com o prêmio.

Já escreveu? Ainda não? Eu espero...

Bem... Agora reflita sobre o que você escreveu. Pare e pense por um longo tempo. Pode levar bastante tempo pensando nisso... Faça esse exercício!

Pense que é muito importante porque isso vai definir toda a sua vida daqui para frente!

Mas, faça isso como se o dinheiro estivesse já na sua conta bancária, disponível para você gastar como quiser.

Seja honesto (a) com você mesmo (a) e só volte a ler o restante desse texto quando estiver concluída a sua tarefa.

Descubra - se:

Suas escolhas e decisões revelam características importantes sobre você, quem você realmente é, seus valores, e qual área de sua vida você mais aprecia ou carece de mais atenção.

Bem, agora que já decidiu e planejou o destino de sua “fortuna”, quero que avalie comigo o quanto desse dinheiro você aplicou para melhorar o seu crescimento como indivíduo:

- Quanto você destinou para aplicar em algo que possa transformar sua vida para melhor, e não só para você mesmo (a), mas para o mundo à sua volta.

Além de levá-lo (a) a um melhor conhecimento de si mesmo (a), quero ajudá-lo (a) a encontrar pontos de sua formação que necessitam de ajustes.

O objetivo deste trabalho é levá-lo (a) a: - “Um olhar crítico de suas escolhas” - para identificar possíveis falhas em seus “registros de valores” que prejudicam ou atrapalham na busca do seu equilíbrio, e, afetam negativamente sua trajetória de vida.

Não se trata de apontar defeitos ou diminuir a sua auto-estima, pelo contrário!

Por isso, essa avaliação deve ser feita por você mesmo (a). Não por mim ou por outra pessoa qualquer. Você é quem deve ser honesto (a) consigo mesmo (a) e assim obter uma avaliação de seu equilíbrio pessoal: mental e espiritual.

Nosso maior bem é a nossa própria vida!

Quanto desse dinheiro você destinou para investir no seu aperfeiçoamento como pessoa? Ou...  Quanto investir para melhorar quem somos?

Fomos acostumados a pensar que devemos viver com o objetivo de ganhar dinheiro e não como devemos usá-lo!

Por isso é tão difícil você responder objetivamente o que vai fazer com tanto dinheiro!

Um paradoxo? Na verdade você dedica toda a sua vida a ganhar dinheiro e agora que ganhou o dinheiro não sabe como usá-lo corretamente?

A falha talvez esteja exatamente nesse ponto. Nossa busca pelo equilíbrio deve ser espiritual e não material. Não importa a quantidade de bens que você possa adquirir, isso não vai fazer sua vida mais significativa para ninguém, nem para você mesmo (a).

Alimentar o ego pode trazer uma sensação maravilhosa, mas é apenas uma sensação passageira.

O que devemos ter em nossa mente é o desejo de crescer como pessoa, investir no nosso conhecimento e ampliar cada vez mais nossa cultura. Só assim saberemos o que realmente fazer com um milhão de dólares, sem deixar que esse monte de dinheiro nos destrua como pessoa, por nossas vaidades e orgulho.

Visão holística:

“O holismo significa que o homem é um ser indivisível, que não pode ser entendido através de uma análise separada de suas diferentes partes, matéria (físico), intelecto (mente ou alma) e espírito (natureza e essência), e sua relação com o meio externo, os ecosistemas e a sociedade”.

Uma visão holística do dinheiro nos leva a reflexão de como podemos utilizá-lo como meio para transformar nossa história de vida, e dar maior relevância à nossa existência.

Dessa forma, com nossos valores equilibrados, nossas forças estarão voltadas para o essencial e isso refletirá em nossa existência, tornando-nos pessoas de real significação para a humanidade.

Devemos, portanto, investir em nós mesmos prioritariamente e nas “coisas” de forma secundária.

Se fomentarmos em nós esse desejo de ser realmente importante para os outros, capazes de fazer a diferença, então nossa existência será plena.

Não será apenas uma sensação momentânea e passageira, mas uma vida plena de significados e importância, que refletirá em nosso meio social, e, sobretudo, em nós mesmos.

Pense em investir em você mesmo (a) e as demais coisas serão conseqüências em sua vida.

O sucesso, dinheiro e tudo que as pessoas buscam todo o tempo, só terão realmente impacto positivo quando você estiver estruturado (a) espiritualmente para lidar com essas coisas.

Histórias de pessoas que ganharam na Loteria ou ficaram ricas da noite para o dia sem sucesso, que perderam suas vidas e acabaram perdendo tudo são muito comuns.

O foco de nossa vida deve ser espiritual, existencial, então será possível atingir o equilíbrio e a felicidade como conseqüência e prêmio por uma vida cheia de realizações.

Acertando o foco:

Isso mesmo, a partir de agora reorganize sua visão e acerte seu foco:

- Estabeleça metas para investir em você, estude com prazer, viaje para conhecer outras culturas, aprenda outros idiomas, aprenda a tocar aquele instrumento musical que você tanto gosta, faça seu esporte com freqüência e disciplina, faça trabalhos voluntários, conheça e ajude quando possível às instituições filantrópicas de sua confiança, leia bons livros, espiritualize-se, busque sua fé na vida, e, esteja preparado para cumprir com grandeza sua missão e escrever uma brilhante história de vida.

Foque em você e não em coisas, sua vida é o maior e melhor bem que você possui. Invista o máximo em seu crescimento e saiba que tudo mais será resultado disso.

Eu não garanto que colherá fortunas, mas certamente colherá muita vida plena de realizações, de satisfação e saberá certamente como aplicar tudo quanto vier à suas mãos. Assim, certamente estará pronto (a), saberá como aplicar o seu “milhão de dólares” a favor de sua existência e tudo quanto fizer será significativo.

Aluísio Nogueira

Assine nosso FEED!

Assine nosso FEED!
E receba nossos artigos automaticamente

Seguidores